sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Baía do Sancho, em Noronha, é eleita melhor praia do mundo pela 2ª vez


TripAdvisor anunciou praias preferidas por seus usuários em todo o mundo.
Entre as 10 melhores da América do Sul, 7 são do Brasil.



A Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), foi eleita a melhor praia do planeta  pela segunda vez, segundo pesquisa divulgada anualmente pelo site de viagens TripAdvisor. O 'Traveller´s Choice Awards' leva em conta as praias mais bem avaliadas pelos usuários nos últimos 12 meses.
A Baía do Sancho é a única brasileira entre as dez mais votadas no mundo. Na lista das melhores da América do Sul, as praias brasileiras ocuparam sete das dez primeiras posições.
Além do Sancho, essa lista regional inclui Lopes Mendes, em Ilha Grande (RJ); Praia dos Carneiros (PE); Praia do Forno, em Arraial do Cabo (RJ); Praia da Pipa (RN); Grumari, no Rio; e Gales, em Maragogi (AL).
As 15 melhores do mundo

1°- Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE), Brasil
2°- Grace Bay, Turks & Caicos
3°- Isola del Conigli, Sicília, Itália
4°- Playa Paraíso, Cayo Largo, Cuba
5°- Playa de Ses Illetes, Baleares, Espanha
6°- Anse Lazio, Seychelles
7°- White Beach, Boracay, Filipinas
8°- Playa Flamenco, Culebra, Porto Rico
9°- Whitehaven Beach, Ilhas Whitsunday, Austrália
10°- Elafonissi, Grécia
11°- Camp´s Bay Beach, África do Sul
12°- Radhanagar Beach, Havelock Island, Índia
13°- Woolacombe Beach, Reino Unido
14°- Siesta Beach, Flórida, estados Unidos
15°- West Bay Beach, Honduras


As 10 melhores da América do Sul

1°- Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE), Brasil
2°- Cayo de Agua, Los Roques, Vebezuela
3°- Praia de Lopes Mendes, Ilha Grande (RJ), Brasil
4°- Praias dos Carneiros (PE), Brasil
5°- Praia do Forno, Araial do Cabo (RJ), Brasil
6°- Baía dos Golfinhos, Praia da Pipa (RN), Brasil
7°- Grumari, Rio (RJ), Brasil
8° - Galés, Maragogi (AL), Brasil
9° - Praia de Galápagos, Equador
10° - Anakena, Ilha de Páscoa, Chile

As 10 melhores do Brasil

1°- Baía do Sancho, Fernando de Noronha (PE)
2°- Lopes Mendes, Ilha Grande (RJ)
3°- Praia dos Carneiros, Tamandaré (PE)
4°- Praia do Forno, Araial do Cabo (RJ), Brasil
5°- Baía dos Golfinhos, Pipa (RN)
6°- Grumari, Rio (RJ)
7°- Galés, Maragogi (AL), Brasil
8°- Praia dio Rosa (SC)
9°- Prainha, Rio (RJ)
10°- Praia do Farol, Arraial do Cabo (RJ)
INCRÍVEL! NAVIOS HISTÓRICOS QUE NAUFRAGARAM E VIRARAM PONTOS TURÍSTICOS



Hoje em dia é muito raro alguém pensar em naufrágios e tesouros enterrados, até mesmo porque os novos navios são extremamente equipados com os melhores recursos e costumam ser muito seguros. Mas ainda existem navios naufragados pelo mundo, são esqueletos colossais, não muito modernos, mas que viraram pontos turísticos para quem tem vontade de conhecer algumas histórias!

O HMAS Protector foi construído em 1884 e serviu como um grande canhoneira de ferro estando presente na Primeira e na Segunda Guerra Mundial



MV Captayannis afundou no rio Clyde na Escócia em 1974 depois de colidir com um navio petroleiro num vendaval grave que o atingiu



Dimitrios é um navio pequeno, de apenas 67 metros que foi construído em 1950. A história de como ele ficou abandonado é totalmente desconhecida. O que se sabe é que ele encalhou várias vezes até finalmente para em sua localização atual, Laconia, Grécia, desde 23 de dezembro de 1981



Essa embarcação francesa, BOS 400, encalhou em Maori Bay na África do Sul quando passava por uma tentativa de reboque em junho de 1994. Como ele era muito grande, o reboque quebrou e atingiu essas rochas numa tempestade



De 1905, esse foi um dos primeiros navios construídos a turbina de vapor do mundo. SS Maheno sumiu no meio do mar durante o acontecimento de um ciclone.



La Famille Express foi construído em 1952 e serviu na Marinha soviética até 1999 e os objetos no naufrágio não claramente conhecidos


Olympia foi conduzido por piratas em 1979 perto da cidade de Katapola na Grécia



Esse é o Santa Maria, que encalhou em 1 de setembro de 1968 quando passava pelas ilhas de Cabo Verde em seu caminho que fazia para o Brasil e Argentina. Ele carregava muitos bem do governo espanhol em agradecimento aos países que ajudaram em meio a uma enorme crise econômica



Construído em 1942 no mesmo estaleiro que o Titanic, Evangelia encalhou em 1968 durante uma densa noite de nevoeiro em Costinesti na Romenia



SS América foi construído em 1940 e vendido em 1993 para ser adaptado e servir para outros fins. Quando estava a caminho do novo destino deu com uma tempestade em Fuerteventura, nas Ilhas Canárias, que fez com que a tripulação inteira o abandonasse e dentro de dois dias o navio já estava partido em dois



World Discoverer foi construído em 1974 com um casco duplo, semelhante ao do Titanic





quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

5 motivos pelos quais viajar acabou com a minha vida

5 motivos pelos quais viajar acabou com a minha vida.

1- Viajar vicia

Assim que pisei os pés na Romênia e que o momento “que merda que eu vim fazer aqui?” passou, fiquei encantada pelo país. Pela cultura, pelos construções históricas, pela indiferença dos romenos às vitrines, tão bagunçadas e quase ocultas, diferentes das nossas arrumadas com tanto esmero e pensadas estrategicamente para vender mais. E por como isso era, assim como os prédios cinzas das regiões proletárias, um vestígio claro dos tempos socialistas. Fiquei encantada pelo sistema de ônibus completamente ilógico. Pela culinária um tanto sem tempero para o nosso paladar brasileiro acostumado aos gostos fortes. Pela moda, tão despojada. Pela cultura da ostentação, que já existia por lá muito antes de ficar famosa aqui no Brasil com MC Guimê e afins. Pelas ruas com tantos paradoxos. Pelas diferenças que separam esse país tão subestimado pelos europeus do Brasil e pelas semelhanças que unem a gente. E foi assim com todos os outros lugares, seja no Brasil ou lá fora, que tive oportunidade de visitar desde então. Viajar – e todos os encantamentos que vêm junto – vicia.

2- Nada é tão libertador quanto a sensação de estar em um lugar novo onde você é completamente anônimo

Me lembro de quando cheguei em Veneza, cansada, com sono, completamente quebrada de grana e olhar estarrecida para o pôr-do-sol mais bonito que já vi na vida. No meio de tantos italianos, tantos turistas, tanta pizza, tanto gelato, tanta água, tanta casinha colorida na beira-mar, me senti feliz e completamente anônima, como se eu estivesse ali de passagem, de figurante, mudando a minha vida e, de alguma forma, afetando as outras como um ser invisível que não pode ser tocado, cheirado ou percebido. Existe algo de libertador nesse sentimento de anonimato que temos quando viajamos. Ele nos faz desprender das nossas amarras sociais, dos nossos próprios preconceitos, tentar novos hábitos, vestir novas roupas, ir à novas festas, fazer novos amigos e se encantar com cenários diferentes dos usuais. Quando você se desloca tanto em tempo e espaço, tudo o que sobra é a aceleração – não é assim que diz a física? A gente acelera, sem nada mais importar e, de repente, tá em outro lugar, outro momento e é por isso que eu acredito que…

3-…viajando, somos mais nós mesmos

Justamente por sermos tão desconhecidos em terras novas, nos soltamos mais. Não me refiro a fazer nada ilícito, apenas a comportamentos nos quais somos moldados, seja pela nossa família, pelos nossos amigos ou por nós. Quantas vezes crescemos ouvindo nossos pais dizendo que somos x? E os amigos falando que somos y? São tantas percepções externas (e até mesmo internas) que acabamos formando um estereótipo de quem somos. Nos agarramos tão fortemente a essa visão cheia de adjetivos que fica difícil perceber as mudanças sutis de personalidade, de valores e de pensamento que sofremos todos os dias. Quando viajamos, mergulhamos no desconhecido e, ironicamente, em um mar de autoconhecimento. Amparados pelo anonimato das viagens, somos a versão mais pura, crua e humana de nós mesmos.

4- Sair da zona de conforto se torna uma nova zona de conforto

Uma vez que você experimenta as liberdades de viajar e quebra o medo de sair da sua zona de conforto, você procura fazer isso de diferentes maneiras no seu dia a dia, seja viajando mais, seja procurando novos desafios,  novos empregos, novos cursos ou um novo hobby. Uma vez que você sai dela, é muito difícil voltar. Tão de difícil que, pra muita gente (e eu me incluo nesse grupo),  estar fora da zona de conforto é, de certa forma, uma zona de conforto. E o inverso acaba acontecendo: difícil agora é criar uma rotina, pensar em um planejamento a longo prazo, ter disciplina com tarefas habituais… Não sei dizer com propriedade sobre como evitar que isso aconteça, mas decidi, já que os desafios de uma viagem não eram tão desafiadores e nem o conforto da rotina tão tedioso, que a minha meta seria viver no meio termo, que isso sim seria sair da zona de conforto: conciliar uma vida tradicional, um emprego rotineiro e as aventuras e descobertas de um viajante.  Não é fácil, mas ninguém disse que seria, certo?

5-Você nunca mais vai conseguir guardar dinheiro

Tirando as raras exceções que recebem um salário consideravelmente gordo, quem gosta muito de viajar não consegue gastar dinheiro com qualquer outra coisa que não seja… viajar. Esqueça os celulares de última geração, festas caríssimas open bar, carros, apartamentos, casas… A prioridade de quem se apaixona por todo o sentimento que as viagens rumo ao desconhecido proporcionam é destinado para novas passagens, muitas delas sem data de volta. Talvez seja um problema meu e da minha incapacidade crônica de fazer contas e controlar com decência mínima uma tabela de gastos no Excel, mas minha poupança vive vazia, especialmente agora que acabei de gastar o pouco que juntei pra visitar meus amigos no Rio de Janeiro. 

De 2011 pra cá, foram muitos novos lugares. Assim que voltei da Romênia, fui conhecer o Nordeste brasileiro pela primeira vez. Ganhei, no ano seguinte, uma bolsa de estudos na Dinamarca que me deixou voltar pra Europa e nem assim consegui entender como, em um espaço tão pequenininho de terra, coabitam tantos países e culturas completamente diferentes entre si.
No fim,  a pessoa que embarca no aeroporto nunca é a mesma pessoa que volta para dar abraços cheios de saudade. Além da bagagem quase sempre mais cheia e pesada, ela traz também reflexões sobre a vida e sobre o mundo que, de alguma forma, a tornam uma pessoa melhor. E, junto, muitos, muitos planos para novas viagens.
Qual a próxima parada?


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Disney

19 atrações mais procuradas no Walt Disney World



Não importam as horas na fila para tirar visto americano, mais as muitas horas dentro de um avião, nem calor, frio, chuva, nem mesmo a dificuldade do idioma. Nada disso impede que uma grande quantidade de pessoas (número que a própria empresa mantém confidencial) vá todos os anos ao resort, localizado em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos.
Mas o que leva essa multidão ao local? A resposta é simples: um misto de fantasia, com atrações tanto lúdicas quanto radicais, onde adultos voltam a ser criança e pequenos têm a oportunidade de viver um pouco do universo dos desenhos que assistem. Para entender melhor, veja a seguir as atrações mais procuradas dos quatro parques do complexo - Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom - e o que elas têm a oferecer.
Soarin - Epcot
A atração mais procurada do Disney World faz sucesso por agradar a maioria dos públicos. Dos aventureiros àqueles que não gostam de emoções muito fortes. O simulador dá a impressão de se estar voando. Os pés livres, o ar que sopra no rosto e o cheiro quando o vídeo passa por um laranjal fazem do simulador incrivelmente realístico. Sem dúvida, um dos melhores - talvez o melhor - brinquedo do parque Epcot. Não é recomendando a pessoas com medo de altura e aqueles que não gostam de nenhuma emoção, mesmo que seja mínima.
Space Mountain - Magic Kingdom
Ela não tem loopings nem um circuito tão incrível quanto outras do tipo. Mas é uma montanha-russa no mais completo escuro, sem que ninguém saiba o que vem a seguir. Obrigatório para os que gostam de fortes emoções.
Splash Mountain - no Magic Kingdom
Para quem não gosta das atrações mais radicais, mas quer tentar uma emoção maior, a Splash Mountain pode ser um bom começo. Sem loopings e com muitas paradas, a montanha-russa na água imita o curso de um rio, com diversas curvas - e a última pode fazer mal aos menos preparados.
Test Track - Epcot
Um das mais rápidas atrações da Disney acelera de 0 a 100 km/h mais rápido que muitos superesportivos. O brinquedo simula os testes feitos pelas montadoras de carro, inclusive aceleração e colisão. Recomendado para quem gosta de emoções e evitado por aqueles que não gostam de alta velocidade.
Star Tours - Hollywood Studios
A última novidade do complexo de parques temáticos foi a renovação do Star Tours, baseado na saga Star Wars. O visitante que senta no banco da atração pode até achar que é a mesma. Mas, depois de julho, a tecnologia utilizada no simulador de voo foi totalmente reformulada, com vídeos 3D muito mais realísticos - e divertidos -, equipamentos novos e uma combinação de cerca de 60 cenários. Há emoções leves e muita diversão. Obrigatório para os visitantes, mas, para os fãs, é mais do que isso.
Kilimanjaro Safari - Animal Kingdom
Um dos passeios mais tranquilos do parque Animal Kingdom agrada principalmente os fãs de animais e aqueles que não querem grandes emoções. O visitante embarca em um ônibus e passeia por um safári onde é possível ver animais selvagens como leões, girafas, elefantes e zebras.
Haunted Mansion - Magic Kingdom
A casa assombrada da Disney é habitada por 999 "assombrações", de todos os tamanhos e tipos. Curiosamente, nos túmulos do cemitério do jardim da casa os nomes são reais, são os criadores e designers da atração, uma das primeiras do parque, aberta em 1971.
Big Thunder Mountain Railroad - Animal Kingdom
Esta talvez seja a montanha-russa mais tranquila do parque. Indicada para praticamente todos os públicos, tem emoções leves - e nenhum looping. Pode ser uma alternativa ainda mais tranquila para aqueles que querem se aventurar pela primeira vez.
Mission Space - Epcot
O simulador de uma missão espacial tem seu ponto máximo - e o mais comentado pelos visitantes - no momento em que simula um lançamento ao espaço. A sensação de pressão no corpo é muito realística e não há como não se perguntar como eles fazem aquilo. Mas cuidado, algumas pessoas passam mal nesse brinquedo, apesar de ser apenas um simulador.
Toy Story Mania - Hollywood Studios
No início, pode parecer uma atração para crianças, mas se você vai acompanhado de um amigo ou parente, pode ser uma das mais divertidas. O videogame em 3D é bem simples e fácil de entender, com games como jogo de argolas e tiro ao alvo. É responsável por muitas risadas.
Pirates of the Caribbean - Magic Kingdom
A atração que dá nome à série de filmes Piratas do Caribe leva o turista a um passeio cheio de piratas. O show cômico dura oito minutos e tem 125 robôs. Curiosamente, hoje são os filmes que inspiram o brinquedo, com personagens mais parecidos com os da película.
The Seas with Nemo and Friends - Epcot (pavilhão Seas)
Esta é atração mais indicada para crianças da lista. Um passeio baseado no filme Procurando Nemo atrai principalmente famílias com crianças pequenas - não indicado para aqueles que estão atrás de emoção. Pode ser decepcionante para aqueles turistas que não entendem inglês.
Mickey's PhilharMagic - Magic Kingdom
Curiosamente, o personagem principal desse curta é Donald, apesar de a atração ter o nome de Mickey. Ela utiliza 3D e outras técnicas para parecer que o filme sai da tela. E dá certo. Na história, Donald está preparando os instrumentos para o concerto de Mickey, mas acaba em uma viagem por alguns dos filmes mais conhecidos da Disney. É para todas as idades.
Expedition Everest - Animal Kingdom
Com visual inspirado no Himalaia, essa atração pode parecer uma montanha-russa como outra qualquer, mas as surpresas tornam ela única. É o brinquedo mais radical do Animal Kingdom.
Dumbo the Flying Elephant! - Animal Kingdom
Uma das atrações mais antigas do parque é dedicada principalmente às crianças. São 16 gondolas inspiradas em Dumbo que "voam" com os pequenos dentro. O complexo pretende mudar de lugar o brinquedo em 2012, realocando ele na expansão do Magic Kingdom. Além disso, serão dois dumbos.
World Showcase Pavilion - Epcot
Para quem gosta de conhecer outras culturas, degustar comida estrangeira e fazer compras, este é um prato cheio. Do Japão ao México, o visitante pode encontrar lojas, restaurantes, shows, exposições e alguns brinquedos - sem emoções muito radicais. Para quem está cansado de gritar - e para quem não quer -, é uma ótima sugestão.
Tower of Terror - Hollywood Studios
Uma das atrações mais radicais do parque, a Tower of Terror é baseada no seriado The Twilight Zone (Além da Imaginação , no Brasil) e costuma mudar a cada passeio. Contudo, uma coisa é certa: no final da atração, você vai levar um susto alucinante.
The Festival of The Lion King - Animal Kingdom
O show de dança e música segue o estilo do filme Rei Leão (1994) e acaba sendo um dos mais procurados pelo público. Indicado para todas as idades.
Rock and Roller Coaster - Hollywood Studios
Esta divide com a Space Mountain a preferência de quem gosta de montanhas-russas radicais. Na história do brinquedo, você é um membro da banda Aerosmith e está atrasado para um show. Contudo, seu motorista não tem problemas em fazer loopings e acelerar alto. Obrigatório para os que gostam de emoções.


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