segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Brasileiros poderão ter isenção do visto para entrar nos EUA a partir de 2015.

Brasileiros poderão ter isenção de visto 

para 

os Estados Unidos a partir de 2015 



Segundo estudo de uma consultoria privada americana, o fim na necessidade do visto iria incrementar o setor de turismo nos Estados Unidos

A participação do Brasil no programa de isenção de vistos dos Estados Unidos pode representar 5,57 bilhões de dólares (cerca de 15 bilhões de reais) em receitas adicionais derivadas do turismo entre 2015 e 2019, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira pela organização privada americana Partnership for a New American Economy. O relatório inclui também estimativas para África do Sul, Hong Kong, Polônia, Israel e Turquia, países que, como o Brasil, ainda não são membros do programa Visa Waiver – que permite a entrada nos EUA apenas com o passaporte, sem o a necessidade de visto.
Segundo o estudo, de o programa passasse a incluir os países citados, o ganho com turismo poderia ser de 7,65 bilhões de dólares (20,6 bilhões de reais) nos próximos cinco anos. “O Brasil, com uma população de 200 milhões e uma taxa de crescimento do PIB per capita relativamente alta, tem possibilidades de se transformar na maior fonte de crescimento em turismo internacional desses países no período 2015-2019”, destaca um trecho do relatório.
A Partnership for a New American Economy  ressaltou que, quando um país entra no programa de isenção de vistos, o número de seus cidadãos que decidem visitar os Estados Unidos nos anos seguintes aumenta notavelmente. Os Estados Unidos poderiam acolher em cinco anos um total a 19,7 milhões de turistas procedentes deste conjunto de seis países, um aumento de significativo em comparação com as projeções que o relatório faz caso não seja aprovada sua participação.
Apenas os visitantes brasileiros representariam 14,3 milhões do total, 1,2 milhão a mais que os que viajariam aos EUA em um cenário sem a isenção de vistos. Além disso, o estudo estima que a participação do Brasil no programa Visa Waiver criaria 36.766 postos de trabalho adicionais no setor turístico, de um total de 50.526.
“Em uma era onde a União Europeia permite a visita de turistas de 26 países europeus – e de quase toda América e Austrália – sem um visto, nossas políticas obrigam viajantes de países amigos, como o Brasil, a viajar milhares de milhas para fazer uma entrevista pessoal necessária para obter um visto de turista”, comentou o estudo. Atualmente, o programa Visa Waiver permite a cidadãos de 38 países viajar aos Estados Unidos sem ter de solicitar antes o visto de turista.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Carnaval na Suiça

Carnaval da Suíça


O carnaval suíço começa com a quarta-feira de cinzas, na madrugada escura (inverno, norte dos Alpes). A iluminação pública é apagada e lanternas enormes ilustrando motivos políticos e sociais são iluminadas. Músicos com flautas piccolo e tambores passeiam pela cidade
São "divididos", por estados (cantões), por línguas(Röstigraben(francês/alemão), Spaghettipass(italiano/alemão)) e por religiões (região católica na época da Reformação ou protestante). Basiléia é protestante e aqui, o Carnaval começa uma semana depois dos festejos já terem sidos realizados no resto do mundo.

Na Suíça Central tudo se concentra mais antes da quarta-feira de cinzas e no fim de semana anterior. Bandas com percussão e instrumentos de sopro desfilam. carros alegóricos comentam motivos políticos e sociais. Como a agricultura era muito importante antigamente, o sino de vaca também está presente. Ou dois sinos ao lado do corpo, sendo carregados com um pau sobre os ombros; ou um sino nas costas seguro por cinto muito largo em volta da barriga.







quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Carnaval no EUA

Carnaval nos Estados Unidos


O Carnaval nos Estados Unidos da América à primeira vista parece se resumir às celebrações de Mardi Gras da cidade de Nova Orleans, localizada no estado de Louisiana. Mas o Mardi Gras também é celebrado em outras localidades do estado, de estados vizinhos e mesmo do pais.
Depois de Nova Orléans, em termos de tamanho, vem o Mardi Gras de Soulard, um bairro central, eclético, boêmio da cidade de St. Louis, Missouri. Depois vem a cidade de Mobile, Alabama, da cidade de Pensacola, Flórida e da cidade de Galveston, Texas.
Mas muitas comunidades menores do estado de Luisiana, localidades ao longo do Golfo do México e do Rio Mississippi, que foram colonizadas principalmente por franceses católicos, também celebram o carnaval. Mas são festejos, correspondentemente, muitíssimo menores e freqüentemente até somente caseiros.
Mardi Gras, que significa 'Terça-Feira Gorda' em francês (pronunciado 'márdi grá') é o termo geralmente utilizado por todo o país onde a festa também é chamada de Fat Tuesday (ou 'Terça-Feira Gorda' em inglês). Os termos carnaval (do português)e carnival (do inglês) não são falsos cognatos propriamente dito, mas 'carnival' para a maioria dos norte-americanos tem mais uma conotação de parque de diversão com jogos, algodão doce, tiro-ao-alvo/prêmios, pipoca, etc… e de festas, comparativamente falando, tipo festa de São João ou festa de quermesse (ou deKerb, como se diz nas zonas coloniais do estado de Santa Catarina e do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil). A palavra 'carnival' é usada de vez em quando no lugar de Mardi Gras, mas não muito. No inglês, a palavra 'carnival' se escreve com 'i' em vez de 'a'. A sua pronúncia só muda, essencialmente, pelo fato de que a ênfase na pronúncia é transferida da última letra 'a' para a primeira letra 'a' da palavra, vindo a soar mais ou menos assim: 'cárnaval'.






terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Carnaval Paris

Carnaval em Paris


Carnaval de Paris é um evento cultural da cidade de Paris, França, que ocorre 
depois da Fête des Fous e tem sido um dos principais festivais da Europa desde 
o século XVI. A burguesia parisiense passou a patrocinar os maiores bailes a 
fantasia da temporada e surgiu a noção de mistura entre as classes sociais. Os 
donos do poder parisiense rapidamente perceberam os prazeres e as lucrativas 
negociações que poderiam resultar das festas carnavalescas
O Carnaval Parisiense tem uma história muito longa na capital francesa. Nicolas de Baye escreveu em seu diário em 1411:O poder de permanência do Carnaval de Paris, os elementos que a tornaram uma instituição ao longo de séculos, é baseado em uma tradição ininterrupta de "festivo e sociedades de carnaval" (o equivalente a escola de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo ou o krewe da festa Mardi Gras de Nova Orleans) e da participação organizada de determinados grupos cívicos, empresas e sindicatos. O papel central da classe trabalhadora é ilustrada, por exemplo, um poema anônimo do século XVIII.
Os trabalhadores tinham um papel central nas celebrações. O que é menos conhecido é o fato de o carnaval da capital francesa ser a festa da polícia de Paris. Durante o século XIX, o envolvimento dos açougueiros, lavadores, comerciantes e alunos tornaram-se essenciais para a animação do Carnaval.

No entanto, o Carnaval de Paris, foi esquecido durante quarenta anos, desde o início dos anos 1950 até 1993. Ainda hoje, muitos parisienses não sabem que o carnaval ainda existe. Eles também ignoram o fato de na celebração do carnaval o aparecimento de certos personagens, os estereótipos com trages distintivos que aparecem a cada ano, e que há uma série de piadas de carnaval tradicional. Estes verdadeiramente "piadas velhas" que sobreviveram desde há muito tempo como o século XVII. Durante os anos de 1950 a 1993, a expressão "Carnaval de Paris" foram raramente falado.





segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Países que Brasileiros não Precisam de Visto Para Entrar!!!

Países que Brasileiros não Precisam de Visto Para Entrar


Viajar é foda. Não existe nada mais da hora do que empacotar suas coisas e sair para respirar novos ares, conhecer novas culturas e pessoas. Porém, apesar de ser muito prazeroso, viajar as vezes requer umas burocracias meio chatas como o visto no passaporte.
Dos 30 países que mais recebem turistas brasileiros, apenas Austrália, Angola, Canadá, China, Estados Unidos e Japão requerem visto de entrada. Os países da União Europeia – como Reino Unido, França. Alemanha e Itália, por exemplo - exigem apenas a apresentação do passaporte.
Vale lembrar que, apesar de não exigirem visto para entrar, a entrada nesses países costuma ser bem chata. Leve todos os papéis da sua viagem impressos como passagem de volta, comprovante do hotel onde vai ficar, entre outros, para evitar ser barrado na hora de entrar no país.
Já se o seu rolê for na América do Sul, fica mais fácil ainda. Você vai precisar apenas do seu documento de identidade para conhecer países como Argentina, Uruguai, Paraguai, entre outros. A única exceção é a Guiana Francesa, ainda exige visto de brasileiros.

Veja a lista de países que brasileiros não precisam de visto para entrar:

·         África do Sul
·         Alemanha
·         Andorra
·         Antilhas Francesas
·         Argentina
·         Áustria
·         Bahamas
·         Barbados
·         Bélgica
·         Bolívia
·         Bósnia
·         Bulgária
·         Chile
·         Colômbia
·         Coréia do Sul
·         Costa Rica
·         Croácia
·         Dinamarca
·         Equador
·         Eslováquia
·         Eslovênia
·         Espanha
·         Filipinas
·         Finlândia
·         França
·         Grécia
·         Guatemala
·         Honduras
·         Holanda
·         Hong Kong
·         Hungria
·         Irlanda
·         Islândia
·         Israel
·         Itália
·         Liechtenstein
·         Luxemburgo
·         Malásia
·         Marrocos
·         México
·         Mônaco
·         Namíbia
·         Noruega
·         Nova Zelândia
·         Panamá
·         Paraguai
·         Peru
·         Polônia
·         Portugal
·         Reino Unido
·         República Tcheca
·         Romênia
·         Rússia
·         San Marino
·         Suécia
·         Suíça
·         Suriname
·         Tailândia
·         Trinidad e Tobago
·         Tunísia
·         Turquia
·         Ucrânia
·         Uruguai
·         Vaticano
·         Venezuela


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